quarta-feira, 4 de abril de 2018

Vamos lá malta pequena...tudo para a rua!

Embora o tempo não ande a colaborar, de vez em quando lá me aventuro com os dois pequenos e vamos dar uma volta.

A primeira saída sozinha, foi ainda em tempo zombie, quando estar parada nalgum lado significava dormir de olhos abertos! Fomos à festa de anos do amiguinho da piolha crescida! 

Nesse dia o grande desafio foi gerir as entradas e saídas do carro. Lá me organizei mentalmente e com a ajuda da crescida, que é realmente uma crescida, foi pacífico fazer as deslocações carro-festa, festa-carro.

Como na festa, a rapariga estava entregue, dessa vez safamo-nos bem!

Ora, ir com os dois a outro local qualquer onde inclua deslocação a lojas ou espaços comerciais é toda uma nova dinâmica! Até agora tenho conseguido escapar dessa animação porque como a princesa está na escola, organizo o meu dia de forma a que, quando ela sai da escola, não temos que sair os três de casa ao mesmo tempo.

Já fizemos várias viagens entre a nossa casa e a da minha mãe, mas o caminho é curto e vamos a pé. O mano embrulhado no pano e as duas em modo passeio! Ela colabora nas entradas e saídas dos prédios e vamos a conversar pelo caminho. O pequeno, como está no pano, aproveita para fazer uma sestinha.

Mas hoje, com as férias a acabar e um dia semi feioso, resolvi pegar na malta e lá fomos passear. Convidámos a avó que é sempre uma enorme ajuda e uma óptima companhia!

Felizmente o piolho pequeno é amigo da malta e esteve calminho durante o passeio que acabou por estender para o almoço, dele e nosso! O dele (ora portanto maminha da mãe), foi à porta da lego fun factory, onde a mana se divertia com a avó!

A miúda crescida também é, na maioria das vezes uma boa ajudante, adora ajudar a levar o carrinho do mano (o que verdade seja dita só complica), mas usar uma mão para cada filho é cada vez mais uma constante e estou-me a especializar na coisa! 

Prometo que à medida da especialização do "uma mão para cada um" escrevo um post com ideias para resolver pequenas dificuldades de passeios a 3... por enquanto fica a ideia que com organização tudo se faz e ser mãe destes dois é a melhor coisa do mundo!



Sua majestade com a sua coroa nova!!

Um dia ela vai voar!!

Em busca do tesouro na Tiger!



segunda-feira, 2 de abril de 2018

Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?

Hoje vivemos a nossa primeira Páscoa a quatro... Ainda não é fácil gerir festividades com o garotinho, mas com um bocadinho de descontracção tudo se faz!

Almoçamos na casa da minha mãe, uma espécie de segunda casa e logo aí ficamos facilitados. A mais velha tem os seus brinquedos e rapidamente se entretém e o mais novo tem tudo o que precisa para se sentir em casa!


Com os miúdos lindos (sem modéstia nenhuma! ahaha), o nosso pequeno até se estreou fora dos babygrows! (muito muito práticos, mas depois de 2 meses seguidos já enjoa!)

Comemos muito e bem... fechamos os olhos aos doces para miúda e deixamo-la feliz..(amanhã retomamos a nossa caminhada...de forma difícil, dada a quantidade de chocolate que entrou cá em casa hoje...!!)

Depois do almoço demos uma de Rei Leão (agora imaginem o fundo musical do circle of life) e fomos mostrar o pequeno às tias. Mano e mana, portaram-se lindamente!

Amanhã continuamos as nossas festividades e jantamos com quase todos os padrinhos dos piolhos! (Madrinha M vais ter um jantar só para ti, está quase!)

Que venha a próxima festividade, estamos prontos para outra!!

As orelhinhas são o máximo!


O bolo da avó! Estava tão bom quanto lindo!
Adoro macacões!! Desta vez vou.me desforrar neles!

sexta-feira, 30 de março de 2018

Voltámos em quarteto!

Voltámos!

Agora já somos quatro, com toda uma nova dinâmica familiar, muito mais sono e com sorrisos a duplicar!

Com um bocadinho mais horas de sono por noite, a disponibilidade de escrever também voltou.

Somos 4 todos diferentes, mas entre nós algo nos une e nos torna uma família! O olhar dos miúdos,os narizes da mesma forma e a forma como fazemos sentir que gostamos uns dos outros fazem de nós um quarteto! Para mim, o melhor quarteto do mundo!

Vou tentar ser mais assídua e contar novidades que se passaram entre Setembro e agora!


O pai não aparece mas está lá...está sempre e com atenção a todos! Desta vez captou os olhares derretidos das meninas da família ao nosso novo príncipe!





domingo, 17 de setembro de 2017

As primas e a partilha!

Elas são primas e adoram-se!

Tem quatro meses de diferença, que hoje em dia praticamente não se nota! A mais velha é a mais baixinha mas nos abraços a diferença de altura até dá jeito!

Os encontros são sempre muito desejados e esperados ao minuto, mas ultimamente entrámos numa fase possessiva...

Muito característico da idade, a partilha dos seus pertences não é tarefa fácil para as garotas. Noutros contextos sociais a partilha é feita com mais facilidade. O que não é nosso é fácil de partilhar e a brincadeira em parceria flui com mais facilidade.

Mas quando o ambiente é o de casa, a grande escolha de brinquedos possivel a situação complica-se...Embora o amor seja inegável e ambas fiquem incomodadas com estes sentimentos, é inevitável que haja disputas e a brincadeira em parceria seja mais difícil. Explorar os brinquedos da prima é uma alegria, principalmente aquele especial com que ela está a brincar! (isto falando da minha piolha claro!!)

Claro que para nós pais, a situação não é nada confortável... por muito que saibamos que é uma fase pela qual todas as crianças passam e tentemos conversar com elas individualmente para as chamar à razão, não deixa de nos incomodar saber que a nossa filha não está conseguir partilhar!

Somos primos e custa-nos ver que as nossas pequenas não estão a ser carinhosa e cuidadosa com a prima! Principalmente quando estamos em nossa casa e queremos bem receber!

A partilha é algo que faz parte da nossa vida e começa muitas vezes logo à nascença! Mas isso não quer dizer que seja fácil ou pacífica. Muitas crianças tem dificuldade em partilhar, seja brinquedos ou atenção, mesmo em contextos menos caseiros e com idades mais avançadas.

Partilhar quer dizer que temos que ceder que algo nosso (ou com o qual estejamos a brincar), vá para as mãos de outros, sem grande certeza de volta. Até para nós adultos nem sempre é fácil partilhar.

A piolha cá de casa, despachada como é, arranjou uma solução e quando conversei com ela sobre a partilha com a prima, ela afirmou que da próxima vez não ia haver problema, tínhamos que combinar um encontro na rua!!! 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Birras, castigos e corações destroçados!

Isto por cá anda difícil...

Andávamos felizes por ter passado a fase das birras com relativa facilidade.. Ora já chegámos aos três anos..ela é uma miúda crescida, fala muito bem, compreende tudo e é muito acessível por isso a partir de agora tudo vai ser mais pacífico, certo? Nada mais errado!!!!

Sim ela é crescida, sim fala e compreende muito bem e sim é uma miúda muito acessível.. mas faz com cada birra que parecem duas!!!

O nosso grande desafio neste momento é fazê-la compreender que, apesar de ser crescida e conseguir fazer uma série de coisas não pode ser ela a decidir tudo! Não pode contestar as nossas ordens e fazer somente o que lhe apetece.

Claro que o facto de comunicar muito bem complica a coisa...ela tem SEMPRE justificação para o que quer fazer e SEMPRE uma resposta para as nossas ordens e pedidos...

Sim, quem nos conhece sabe que não nos podemos queixar e assim olhando bem, só agora é que entramos na onda das "birras" e desafios! Até agora sempre conseguimos conversar e leva-la à razão sem grandes confusões. Claro que sempre fez birras mas até agora o facto dela falar muito bem sempre jogou a nosso favor.

No outro dia de manhã tivemos de crise.. as nossas manhãs ainda são calmas, mas mesmo assim há timings que temos que cumprir.

Quem tem filhos sabe que as birras começam por algo concreto mas a meio da cena já ninguém sabe muito bem como começou e porque é que já estamos a reclamar com outra coisa que não a inicial..

Sei que às tantas passou no meu pensamento que, era hoje! Era hoje que íamos inaugurar os castigos que até agora foram apenas uma ameaça pouco convicta e distante!

Sou contra locais fixos de castigo, tanto em casa como no trabalho. Sinto que os castigos são mais eficazes se lhes for negado algo que querem naquele momento ou algo de que realmente gostam! Também acredito que devem ser adequados em tempo e espaço e por isso acontecem no local da crise ou se necessário noutro local mais calmo!

Desta vez a nossa questão prendia-se com os bebés com que ela estava a brincar. Como não nos ouviu e foi desadequada nas suas varias reacções às nossas tentativas de conversar decidi que estava na hora de retirar os bebés e não deixa-la levar um deles até à porta da sala como tínhamos negociado.

Claro que houve choradeira! Inicialmente de raiva e frustração, mas quando percebeu que não estávamos a ceder, o choro passou a desesperado e mesmo sentido!

Daquele tipo de choro que mata qualquer mãe, principalmente as que têm as hormonas aos saltos!

Com calma, explicámos que poderia recuperar os seus bebés se o dia na escola corresse bem, e como felizmente corre sempre bem, seria para todos mais ou menos uma garantia de final feliz. Ela compreendeu a nossa imposição e embora triste lá fomos para a escola.

Claro que o meu coração ficou destroçado com tanta choradeira e principalmente por perceber que realmente ficou sentida e por detestar vê-la triste.

Era bem mais fácil ceder aos seus caprichos, mas a maternidade tem destas coisas mais difíceis do que dar à luz!

No final do dia levei-lhe o bebé, mas antes de lho dar certifiquei-me que o dia tinha corrido bem. Ela ficou radiante, mas claro que tivemos a nossa conversa pós birra, com muita calma e sempre surpreendida com as suas reacções.

Uma das coisas que fez foi questionar porque é que eu tinha levado o boneco se ela se tinha portado mal de manhã! Expliquei-lhe que o acordo teria sido o correr bem do dia de escola e tinha achado que ela teria ficado feliz. Concordou comigo e agradeceu ter-lhe feito esse mimo!

Também me disse a meio da conversa que sabia que eu gostava dela, mesmo quando me zangava com ela e que não me queria ver triste.

Tentei explicar-lhe que apesar de ser crescida tinha que obedecer ao que lhe dizíamos e que tinha, antes de tudo ouvir-nos e conversar em vez de chorar! Já repetimos esta conversa vezes sem conta, mas nunca tinha sido acrescentado um "castigo" prévio.

Vamos ver se da próxima vez ainda se lembra e assim evitamos mais crises que castigam toda a família! 

Quando é que passa mesmo a crise das birras? 20? 30 anos? puff...  





segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Mãe uma vez, mãe para sempre! Então e a mulher antes de ser mãe?

Desde que a piolha nasceu que passamos a um trio...quase sempre! Como só casamos depois de ela nascer, até a nossa lua de mel foi a três!

Felizmente casei-me com um pai/marido maravilhoso que pensa como eu e sente que, o facto de termos filhos, estes fazem parte da nossa vida e como tal devem acompanhar-nos para além do dia a dia e da rotina.

Mas desde que ela era pequena que, de vez em quando, vamos jantar fora os dois. Nesses momentos ela sempre ficou com a minha mãe e íamos busca-la depois do jantar!

De quando em quando (normalmente no dia em que fazemos anos de casados) deixamos a pequena com a minha mãe e vamos aproveitar para namorar! Nunca a deixámos mais do que uma noite, por isso as nossas viagens são sempre tipo toca e foge! 

A verdade é que nos faz mesmo mesmo bem! Aproveitamos para conversar sobre tudo e sobre nada! Sobre ela e sobre o que pensamos no nosso futuro! Da última vez planeamos com amor o nosso próximo bebé...

Agora que ela é mais crescida e já se comunica muito bem, de vez em quando passa a noite com a minha mãe para podermos aproveitar para acordar mais tarde no dia seguinte. Vivemos a dois prédios de distância e como ela adora lá ficar aproveitamos.

Mas (e há sempre um mas na vida) nem sempre sentimos essas noites livres com tanto prazer como era suposto!

Ela ainda não pede para dormir fora, não sente essa necessidade (nem mesmo na casa da minha mãe) porque ainda é pequena e apesar de adorar lá ficar, ainda gosta mesmo é de estar com os pais! (felizmente!!)

Esse facto faz-me por vezes sentir que a estou a "despachar" egoístamente só porque quero dormir mais umas horas de manhã!

Eu sei que ela está bem e feliz nos mimos do "hotel da Avó", mas o coração de mãe que é um verdadeiro mistério não fica descansado quando ela lá dorme sem haver um motivo válido e uma boa justificação! 

Felizmente e repetindo o que disse no início, o pai que arranjei para os miúdos (agora que vem outro a caminho já posso usar no plural! hehe) que vive a paternidade na mesma linha de sentimento e sente o mesmo que sinto quanto às noites fora por comodidade nossa..

Serei  alvo de mãe galinhisse aguda? Será mesmo ser egoísta querer acordar um pouco mais tarde e aproveitar para namorar? 

Sei que cada família tem a sua forma de estar relativamente a este assunto, mas terão os filhos que ser empurrados a sair de casa para conseguirmos?

Não nego que o tempo a dois seja importante... é vital para o casal! Mas como ficam os filhos no meio disto antes de terem idade para pedir para dormir fora?




domingo, 3 de setembro de 2017

Preservar a memória das memórias!

Nesta nova era digital, a facilidade de tirar fotografias, com qualidade, é tanta que torna-se difícil, não só escolher as mais significativas como também criar álbuns de fotografia.

Isto porque as fotos estão disponíveis num clic e conseguimos ter acesso a todas as que nos interessam.

Mas quem é que não gosta de ver fotografias na mão? Apesar de tudo, os álbuns continuam a dar-nos um prazer que nenhuma pasta de pc nos dá. 

A verdade é que, cá em casa, temos imensas fotos impressas. Todos os anos fazemos um best off físico e apresentamos na festa de anos dela para nos lembrarmos dos melhores momentos desse ano. Mas como só usamos algumas, as outras todas impressas estão pacientemente à espera que haja tempo e disponibilidade de criar um álbum de fotografias digno de se ver.

Claro que esse tempo e disponibilidade nunca chegam e elas lá continuam à espera de melhores dias.

Com a chegada dos três anos, resolvi criar um álbum digital com um mini mini resumo das melhores fotos até agora!

Usei o programa da Saal Digital que, apesar de não ser muito intuitivo, tem uma grande variedade de enquadramentos, fundos e até nos dá a liberdade de fazermos como quisermos (e assim incluir mais fotos numa pagina).

Existe também uma grande variedade de opções para a construção dos álbuns (mais ou menos paginas, com ou sem acolchoado, brilhantes ou mate, etc) que nos deixa personalizar bastante a nossa compra!

A equipa sempre foi muito assertiva e rápida nas respostas aos mails e embora se tenha que ter atenção redobrada nas opções da escolha do álbum, que resulta no valor final, os preços são acessíveis e até com algumas promoções de se aproveitar!

O resultado foi maravilho! Ficamos com um belo algum digital daquelas fotos mais lindas e significativas destes três anos! Optei por dividi por anos e escolhi uma cor por cada. Todos os anos terminaram com fotos do dia do aniversário!

Foi uma óptima opção a escolha da saal-digital
 
Escusado será dizer que a piolha adorou a ideia de folhear e mostrar as suas fotos!